Orphan
Olha, abro dizendo que há tempos não via um suspense tão bom no cinema. Agora posso contar a saga. Estava meio desencanada de ver esse filme, só porque ia passar na rede Cinemark [é, sou dessas], mas isso apenas até ver o trailler. Super me interessei [adoro filmes com crianças más] e, já que havia ganhado o ingresso, por que não? Fui. A sala fedia a urina, mas nem isso me impediu de curtir o longa do seguidor de Guillermo Del Toro, Jaume Collet Serra, que não tinha muitos créditos comigo, afinal, ele fez A Casa de Cera [alguém viu esse filme? eu sim...].
Foco, Juliana, foco. Óquei. A Órfã. O enredo é bem simples: família perde um bebê antes mesmo do parto. Eles já têm dois filhos, sendo um deles uma garotinha surda-muda, e resolvem adotar mais uma criança. Numa visita ao orfanato, o homem da casa fica embasbacado com a inteligência, maturidade e talento da jovem e linda Esther que, obviamente, é a escolhida do casal.
O suspense entra quando a real personalidade da garota começa a tomar as cenas. confesso que os sustos são bem clichês. em dados momentos, nota-se que até o diretor sabe disso, então, começa a alterná-los [um reflexo no espelho sim, outro não e assim por diante]. embora eu tenha matado a história, numa brincadeira, nos primeiros 30 minutos do filme, gostei pencas, principalmente porque os motivos para a maldade de Esther são realmente críveis. Bom, é isso. Só queria finalizar dizendo que Isabelle Fhurman merece ser observada. Vai ser cínica assim na casa do caralho...
Foco, Juliana, foco. Óquei. A Órfã. O enredo é bem simples: família perde um bebê antes mesmo do parto. Eles já têm dois filhos, sendo um deles uma garotinha surda-muda, e resolvem adotar mais uma criança. Numa visita ao orfanato, o homem da casa fica embasbacado com a inteligência, maturidade e talento da jovem e linda Esther que, obviamente, é a escolhida do casal.
O suspense entra quando a real personalidade da garota começa a tomar as cenas. confesso que os sustos são bem clichês. em dados momentos, nota-se que até o diretor sabe disso, então, começa a alterná-los [um reflexo no espelho sim, outro não e assim por diante]. embora eu tenha matado a história, numa brincadeira, nos primeiros 30 minutos do filme, gostei pencas, principalmente porque os motivos para a maldade de Esther são realmente críveis. Bom, é isso. Só queria finalizar dizendo que Isabelle Fhurman merece ser observada. Vai ser cínica assim na casa do caralho...



